quinta-feira, 3 de setembro de 2009

When are you coming back?

Eu só preciso saber onde anda me rosa. Ah, porque faz isso comigo? Porque insiste em malditas regras e acaba magoando tantos... Me troca assim por alguém que conhece agora. E eu? Na boa, a escolha foi tua, agora vê se dessa vez não volta atrás, por favor. É verdade, tu só sabe brincar. Sempre te disse isso. 
Mas eu sou fraco, não aguento ficar sem você. Eu preciso de você. Argh, viu? É o que você faz comigo. Não acha demais, rosa? Eu não suporto... Apenas volta. Eu esperarei.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O que o mundo vai dizer, quando o amor vencer?


Quando o coração bate rápido e forte demais em falta o fôlego. Odeio chorar. Odeio colocar as mãos no rosto, como um desesperado e clamar por uma resposta. Não, eu não quero de ver sofrer, preferia que isso fosse comigo. Pode acreditar?
É, eu não sei o que eu estou fazendo. Eu queria saber. Queria agir, fazer a coisa certa e sair bem dessa situação. Me perdoe por te machucar assim, eu não queria, aliás, nem quero. A culpa de tudo é minha, eu sei. Argh, que ódio de mim. Tu sabes que meus defeitos são os piores, mas mesmo assim insiste em mim. Sabe o quanto eu te faço mal, o quanto eu te faço sofrer e chorar. Mas... Tu sabes o quanto eu te amo? É difícil demais. Não, não é pedir muito me ter. Eu queria pedir... Ai. Eu sei, eu vou te tirar dessa, meu bem. Eu te prometo isso. Não quero perder... Eu só preciso saber o que fazer agora, você me entende? Preciso. O quê? Você é perfeita, Paola. PERFEITA. Já te disse isso milhões de vezes e falaria muitas vocês. Você é linda, tem um olhar encantador, um belo sorriso, e uma linda franja, tem um ótimo vocabulário, e teus textos me tiram algo mais precioso pra mim, que é o meu fôlego e... Até minhas lágrimas, poxa. Eu tenho MEDO de arriscar, tenho medo... Isso sempre fez parte de mim, não sei como parar. Sempre agi de acordo com os conformes, sempre agi certinho. Não sei como fazer isso. Nunca? Você é minha vida. É, me enlouquece. Enlouquecer... Eu preciso... Ah. Eu preciso de ar, preciso do sol, eu preciso do céu. E sinto como se ele tocasse meus pés... Preciso de tanta coisa. Não tenho nem metade. Meus desejos, meus sonhos, minha vida. Eu preciso ser salvo. Me tira disso. Me leva pra longe, eu preciso. Quero que as coisas corram bem. Eu quero voltar para o Ibirapuera, quero deitar e ver o sol atrás daqueles prédios, quero ar fresco, quero um lago refletido pelo sol. Isso me lembrou tanta coisa... Me lembrou você. Paola, eu te amo, mesmo que ainda não seja o bastante, nem ainda o quanto você quer, eu amo. Te acalma, o trânsito está intenso, não posso chegar... 

Então diga que não vai sair da minha vida. Diga que não passam de mentiras quando dizem que o amor morreu. Então diga que o tempo fecha todas as feridas. Diga que não passam de mentiras que nem por um segundo me esqueceu.

terça-feira, 1 de setembro de 2009


Se eu fosse forte eu iria embora agora. E se tu tivesses coragem me deixaria ir.

Mas nem tudo é simples assim, eu sei, eu entendo perfeitamente.
Sei o quanto é ruim nossa diferença de “querer”. Mas não posso mudar o meu. 

É como... Se eu realmente quisesse isso. Eu amo isso. De todas as formas, eu sei é um tanto estranho e um pouco masoquista de minha parte. Mas há coisa que não posso mudar. 

Eu sei que não sou merecedor de tantas coisas. Ora, tu sabes disso mais do que eu.
Não sei realmente o que mereço. Talvez nada. Ou... Ah, nada.

Cansei de deitar cedo só pra não encarar os fatos. Cansei de fingir dormir, quando na verdade, sofro baixinho... Quase em silêncio. 

Argh, porque estar com você é tão bom? Porque você me vê assim?
Não sei andar de cavalo, muito menos tenho um branco. Não sei nem onde estou.

É complicado.



Alguém pode amarrar meus cadarços?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Aquele amor, à sua maneira.

Você corria, brincava, e chutava a água. Parecia uma criança em um parque. Seu rosto me parecia tão radiante. Estávamos na frente de sua casa, estava chovendo tanto, e fazia frio. De segundo em segundo ela vinha e me beijava. Eu estava sentado na calçada, apenas olhando. Fazia frio, as árvores dançavam, assim como seus cabelos a cada giro que dava. Ela se sentou ao meu lado e agarrou-me pela cintura. Eu coloquei a mão em volta de seu corpo com a intenção de aquecê-la, mesmo que não adiantasse de nada. A chuva passava a cada minuto, o sol rompera a barreira de nuvens, tudo ficou mais claro. Parecia tão surreal. Nós, brincando na chuva, juntos. Não conseguia acreditar em tudo aquilo que via, em tudo aquilo que sentia naquele momento. A chuva caindo sobre minha cabeça. Ela ao meu lado. Era surreal demais. Sonho dentro de sonho.

Então entramos em casa e fomos ao seu quarto. Nos secamos, trocamos de roupas e deitamos na cama. Ficamos acordados conversando, brincando. Eu não podia acreditar no que tinha em mãos naquele momento. Não conseguia acreditar em tudo aquilo a minha volta. Mas ela me fazia acreditar. Ela tocava meu rosto com seus dedos frios, bem de leve. Ela se aconchegava mais, deitada em meu peito. Ficamos lá, acordados. Eu tinha medo de dormir, ver que tudo não passou de um sonho, ver que não a tinha mais e que seria incapaz de ter. Um sonho perfeito. Não me importava mais nada desde que você estivesse comigo para sempre.


“Cause the love that you are giving me is the best I have ever had”

domingo, 30 de agosto de 2009

Anjos e um réu fazem prevalecer o amor.

O baixo sussurro em meu ouvido me fazia tremer. Podia senti-la tão perto de mim. O ar quente me gelava. Eram palavras doces, uma voz de veludo. Estávamos deitados no gramado numa tarde de sábado. Não havia nuvens no céu, ele estava tão azul quanto qualquer coisa. Ela estava tão perto de mim, eu já não sentia frio. Apenas ouvia ela repetir no meu ouvido que me amava. Estávamos deitados à sombra de uma grande árvore. Eu a aquecia, estava com um braço em volta de si. Silêncio por alguns minutos.

- Eu te amo. – disse a ela.

- Quanto?

Dei de ombro. Como explicar? Ela me pegara de surpresa. Eu sabia que faria qualquer coisa, sabia que a amava mais do que qualquer coisa, sabia que seria impossível fingir algo diferente. Era amor, eu sabia. Eu sentia. Como o universo, como o céu ou até mesmo o mar. Algo impossível de ser medido, de ser explicado.

- Mais do que você pode imaginar.

Ela se calou. Olhava o céu naquele fim de tarde. Olhava as nuvens passarem lentamente, pensava.

Com os olhos fechados, ela me agarrou de uma forma doce. Podia sentir seu perfume, podia ouvir uma baixa respiração. Como se estivesse dormindo. Meu anjo bom.

- Você me fascina, me traz paz. É algo impossível de se evitar. É, eu te amo. E por mais que três palavras não são o bastante para tanto amor, é a melhor forma de te dizer isso. Não sei fazer serenatas, nem sei cantar. Não saberia jogar pedrinhas em janelas, nem ao menos escalar sacadas. Mas eu te amo, e se isso não for o bastante, então te dou minha vida, por mais que não seja nada importante, é tudo que tenho, é tudo que é seu. Eu sou seu. E se não for assim, apenas me diga. Por favor.

Silêncio.

Senti sua mão apertar minha camisa. Sua respiração estava ofegante, e seu coração disparava. Ela não dizia nada, ouvia. Ela segurava minha mão com força.

Eu não precisava de mais nada, nenhuma palavra. Eu sabia disso. Sabia que era verdade, e não mentia, sabia que a amava, sabia que ela era o meu amor e nada mudaria isso. Mesmo calada dizia tanto, eu só ouvia. Ela apenas se virou pra mim, me encarado.

- Se nada disso bastar eu não saberei o que fazer. Assim como não sei o que fazer sem você. Eu não vivo sem você. E faria qualquer coisa só para não te ver sair da minha vida. Eu não sei o que você tem. Eu não sei por que o amor faz isso. Mas eu te amo, e se isso não bastar, devolva-me minha vida.

Era o bastante. Eu não queria mais nada, simplesmente esqueci do mundo. Eu a tinha e isso era o bastante para que fossemos felizes pela eternidade.

A tarde chagara ao fim e nós ficamos lá, deitados à sombra da mais bela árvore daquele jardim. Apreciando o jogo de cores no céu.

Um beijo e o dia se tornara perfeito.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Mais qui est ce qui m'a dit que toujours tu m'aimais?

Você tem apenas 15 anos. 15 anos!

E já passou por tanta coisa nessa vida.

Já viu seus pais brigarem, já passou por horríveis momentos nessa vida.


Você tem apenas 15 anos.

E já ficou horas acordada preocupada com os outros. Já perdeu o sono, já sonhou.


Você tem apenas 15 anos.

E já se apaixonou, sofreu e amou. Já odiou, brigou e chorou.


Você tem apenas 15 anos.

E é como se tivesse mais. Já fez garotos ficarem bobos com teus encantos.


Você tem apenas 15 anos.

E ainda tem um imenso poder sobre mim.


É, você tem apenas 15 anos, está na melhor fase de uma vida. E nos teus 14 eu me apaixonei perdidamente, nos teus 14 eu não dormia, estava perdido em devaneios. Nos teus 14 eu te conheci. Nos teus 14 eu te prometi uma dança.


Mas é nos teus 15 que eu realmente vejo que é impossível viver sem você. Foi nos teus 15 que te prometi o mundo, e posso dá-lo a ti. Mas foi nos teus 15 que me proibiram das noites ao telefone. Um abuso, exagero e falta de respeito. Foi aos 15 que não me controlava mais o maldito ciúme que me perseguia, me consumia e me dominava. Agora não há mais como esconder, desculpe, por isso.


Minha pequenina, eu te amo tanto. Minha loirinha de filme, minha super heroína, minha esposa, minha melhor amiga, minha vidinha. Paola, eu já não sei o que fazer sem você, muito menos sei o que seria de mim se você não estivesse ao meu lado.


Você é a garota que todo marmanjo gostaria de ter ao seu lado. Sabe falar inglês, francês, toca piano, faz teatro, tem um belo sorriso, é meiga, doce e perfeita. Eu posso fazer inveja a qualquer um e falar que a tenho, não da mesma maneira que alguns desejam e tiveram. É da maneira mais simples e sincera, e não deixo por nada nesse mundo. Eu te conheço bem, conheço teus gostos e desgostos. Conheço seu jeito. Não quero falar “Te conheço melhor do que ninguém” Sabe lá se é verdade ou não.


Eu queria ir pra casa agora, queria não perder mais tempo. Na verdade queria ir a São Bernardo do Campo. Queria ir à casa da minha pequenina. A verdade é que eu não queria, eu quero. É o meu sonho. Um dia, quase consegui realizá-lo, mas não foi possível. Eu teria ido lá, eu iria te encontrar. Eu ia te ver.


Quer saber? Eu te amo muito, Paola. Nunca duvide disso e nunca esqueça. Você é minha melhor amiga, e sempre será. Esqueça das outras garotas. Você é a melhor, você é incrível. Para sempre eu estarei aqui. Sou seu herói, seu Hiper D. Sou seu pior amigo. Mas eu nunca irei te deixar, nem que você peça isso. Eu não sou capaz, nem quero ser. Eu te amo, Paola. E não quero nunca te perder. Odeio ser orgulhoso, grosso e frio. Eu estou tentando mudar, sabe ? Não quero te magoar nunca mais. Ah, Paola, você é minha vida. Isso basta.


Pourtant quelqu'un m'a dit que tu m'aimais encore. C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore. Serais ce possible alors ?

domingo, 31 de maio de 2009

It is only the fatigue.

Quando chega o momento que eu posso ter a certeza de algo, me dou cara com uma grande ilusão. Temo acreditar em algo, temo ser algo, temo... Quero aprender a me defender quanto a isso, quero poder sair desse lugar. Que mundo injusto esse que – nós - vivemos. Um mês longe de tudo, apenas um mês.

Mandou-me ir pra Saturno, o tempo passa tão rápido que agente nem consegue perceber. Mas não é tempo suficiente pra esquece. Algo, tudo, apenas... Quem sabe depois desse longo tempo eu consiga forças pra sorrir. Que seja o bastante pra me fazer olhar pra frente ao invés de pra baixo. Como tenho olhado nesses últimos dias.

Que vontade de sair para rua e me perder em uma esquina qualquer. Que vontade de sair correndo ao teu encontro, poder te ver, nem que seja em uma longa distância. Poder fazer tudo o que não fiz quando podia, quando devia. O que eu vou fazer? Não há mais nada. Quero poder me confortar em teus braços. Tu vais me querer por perto? Só pra te fazer sentir de novo, aquela felicidade-de-cinco-segundos.